Trata-se de um sobreiro classificado com património de interesse nacional, no ano 2003.
Em volta do seu tronco as crianças e os alunos da academia, cantaram e declamaram-se poesias em sua honra.
Uma homenagem a uma árvore que simboliza todas as árvores do nosso concelho.
Neste dia da Poesia e da Floresta, também se celebra o dia da felicidade e todos juntos na sombra de tão frondoso e majestoso sobreiro, vivemos um dia inesquecível, protegidos pelos lindos "braços" deste nosso amigo sobreiro.
Entre muitos poemas e prosas, esta foi o poema que todos juntos leram em volta do nosso Sobreiro
" A Natureza é a Mãe de todos os seres,
mesmo daqueles que o Homem cria e
desenvolve.
As plantas e os animais, os mares e os rios,
o ar e o céu, o sol, o vento a chuva
são filhos da natureza que o homem
precisa de compreender e utilizar, sem destruir.
Amar a Natureza é respeitar o seu equilíbrio,
preservando a sua beleza e a sua
força criadora.
Toda a violação da Natureza para a sua
Exploração, é um crime contra a VIDA que
nela nasce e se renova todos os dias.
A utilização de produtos químicos para
um desenfreado aumento de produção, é
um acto de destruição e incapacidade do
homem para compreender o mundo em
que nasceu.
Na Natureza o equilíbrio existe naturalmente.
Compete ao homem, ao apropriar-se dela,
descobrir esse equilibro e tirar daí os proveitos
para a sua vida sem alterar as relações
entre os seres.
Matar animais só por desporto ou prazer,
colher flores sem o objectivo de embelezar
a existência humana e explorar os bens da
Natureza só com fins lucrativos, é denunciar
o homem como o pior animal de rapina.
A poluição da Natureza, é a destruição da vida.
Viverem com dignidade e amor.
O Homem que poluí a Natureza tem a mente
poluída, seja ele cientista, técnico,
politico, religioso ou filósofo.
Só é verdadeiro cidadão do Mundo
o Homem que conhece o meio em que vive;
que o ama e respeita;
que o utiliza com inteligência e com delicadeza.
Se assim não for, o Homem é um animal feroz,
perante quem os chamados animais ferozes,
são detentores da Paz e da Alegria."
Poema de Júlio Roberto





















